Esperei por ti, Até ao último instante possível... Esperei em vão, Que me viesses resgatar... Apenas me resta entregar-me, Às presas do Nada... Apenas me resta permitir Ser invadida pelo Nada... Ditaste a minha sentença Com a tua ausência... O Nada arrebanhou-me para o seu Reino... Onde etereamente aguardo... É tua incumbência reescrever A História Interminável... Com novas cores... Cheiros... E sabores...